CRISE NA LIDERANÇA EVANGÉLICA E O RETORNO AO MODELO BÍBLICO DE SERVIÇO

 


Segundo noticiado pela Folha de S. Paulo, o Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para 28 de abril de 2026 o julgamento que decidirá se torna o pastor Silas Malafaia réu por calúnia, injúria e difamação contra generais do Exército. A denúncia da PGR, motivada por falas em que ele chamou militares de “frouxos” e “covardes”, será analisada presencialmente pela Primeira Turma, após pedido de destaque feito por Cristiano Zanin. [sic]

Historicamente, líderes religiosos sempre estiveram envolvidos em polêmicas e, no Brasil, chefes da Igreja Lagoinha ganharam destaque no caso do Banco Master. A percepção de que a liderança evangélica está em baixa está relacionada a diversos fatores críticos, incluindo escândalos morais, desvios doutrinários, comportamento centrado em celebridades e vínculos com setores financeiros. Assim, a liderança cristã atual enfrenta crises de integridade e a necessidade de retornar ao modelo de serviço, em detrimento do expansionismo e da busca por poder.

Um modelo de serviço dos sacerdotes ao povo de Deus pode ser encontrado no Salmo 134. O contexto é o período após o retorno da Babilônia, quando Israel reconstruía sua vida religiosa e buscava fortalecer novamente o culto no templo. Esse salmo marca o fim da peregrinação e o início do retorno para casa, representando a transição da caminhada para o descanso na presença de Deus.

Nessa liturgia, os sacerdotes convocavam os levitas para servirem em favor da comunidade. Eles representavam o povo diante de Deus. Levantar as mãos, de acordo com o Salmo 134, era um gesto litúrgico típico dos sacerdotes, simbolizando intercessão e mediação. Ao final do salmo, os sacerdotes abençoam o povo. Essa bênção não era apenas um desejo; era um ato oficial, parte da função sacerdotal estabelecida na Torá (Números 6.24–26).

Os que se julgam chamados e testemunhados pelo povo de Deus não foram convocados para o estrelato, a riqueza ou a exploração, mas para o serviço às almas. Os exploradores e enganadores da fé estão chamando juízo sobre si.

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