Doutrinação freiriana: o monstro imaginário que assombra os desinformados


Às vezes, leio e escuto tanta bobagem na internet que minha preguiça social até aumenta. Li uma pessoa querida descendo o sarrafo nos “professores militantes alienados pela doutrinação de Paulo Freire”.

Preliminarmente, cumpre dizer que, enquanto professor, não faço uso da metodologia desenvolvida por Paulo Freire. Isso não significa que o método freiriano seja ruim. Minha disciplina – Sociologia – é obrigatória a partir do primeiro ano do ensino médio; ou seja, recebo os alunos já com parte de suas visões de mundo estruturadas. É muito difícil mudar um sistema de crenças. O estudante que busca essa mudança é aquele que sai da caverna e luta, com todas as forças, para não voltar ao seu antigo modo de vida.

Paulo Freire defende a ideia de que o aluno precisa ser educado para as possibilidades, e não tratado como mero receptáculo. O patrono da educação brasileira não está errado! O professor deveria ensinar o aluno a pesquisar – e eu assim o faço –, porém muitos docentes sequer dominam essa prática, já que é muito caro e difícil construir uma carreira acadêmica no Brasil, além do salário risível que recebemos.

Alienado não é o professor que tenta ensinar os filhos mal-educados dessa gente asna. Alienado é quem não conhece a realidade do professor em sala de aula.

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