A GRANDE MÃE

 


Hoje, durante a sesta, sonhei que mamãe cuidava dos filhos de uma prima falecida. A indignação pela qual fui tomado era tamanha que briguei inutilmente com a minha mãe, pois ela continuou cuidando dos órfãos. Ao final do sonho, lembro-me que morri, evidenciando, assim, o desemparo. O devaneio não tem nada que ver com a minha mãe, pois ela cuida da gente como ninguém. O sonho sofreu inferência do arquétipo junguiano – o da Grande Mãe.

No contexto da psicologia analítica de Carl Gustav Jung, o arquétipo da Grande Mãe representa uma figura universal presente no inconsciente coletivo, simbolizando tanto aspectos positivos quanto negativos da maternidade. Ela pode ser vista como fonte de nutrição, proteção, acolhimento e fertilidade, mas também pode manifestar-se como destrutiva, sufocante ou ameaçadora. Jung identificou esse arquétipo em mitos, religiões e sonhos, onde a Grande Mãe aparece sob diversas formas: deusas, figuras maternas, a terra, o útero, entre outros. Ela é associada à origem da vida, ao ciclo de nascimento e morte, e à ligação profunda com o feminino e a natureza.

Nesse caso, o arquétipo não mostrou que me sinto protegido, pelo contrário, as imagens oníricas me mostraram o quanto estou sentido desprotegido e desamparado. No contexto da psicologia analítica, o desamparo pode ser entendido como uma experiência ligada à ausência ou à perda do arquétipo da Grande Mãe. Quando uma pessoa sente desamparada e desprotegida, pode estar vivenciando a falta dessas qualidades maternas, seja por ausência real, seja por dificuldades internas de acessar esse cuidado.

Jung acreditava que integrar o arquétipo da Grande Mãe é fundamental para o desenvolvimento psicológico saudável. Quando há desamparo, pode ser necessário buscar formas de reconstruir esse vínculo interno, seja por meio de terapia, relações afetivas ou atividades que promovam cuidado e acolhimento. Eu preciso reconstruir o vínculo que tenho comigo mesmo, conquanto, como fazê-lo diante dos sentimentos de desamparo e de desproteção?

Hoje, durante a sesta, sonhei que mamãe cuidava dos filhos de uma prima falecida. A indignação pela qual fui tomado era tamanha que briguei inutilmente com a minha mãe, pois ela continuou cuidando dos órfãos. Ao final do sonho, lembro-me que morri, evidenciando, assim, o desemparo. O devaneio não tem nada que ver com a minha mãe, pois ela cuida da gente como ninguém. O sonho sofreu inferência do arquétipo junguiano – o da Grande Mãe.

No contexto da psicologia analítica de Carl Gustav Jung, o arquétipo da Grande Mãe representa uma figura universal presente no inconsciente coletivo, simbolizando tanto aspectos positivos quanto negativos da maternidade. Ela pode ser vista como fonte de nutrição, proteção, acolhimento e fertilidade, mas também pode manifestar-se como destrutiva, sufocante ou ameaçadora. Jung identificou esse arquétipo em mitos, religiões e sonhos, onde a Grande Mãe aparece sob diversas formas: deusas, figuras maternas, a terra, o útero, entre outros. Ela é associada à origem da vida, ao ciclo de nascimento e morte, e à ligação profunda com o feminino e a natureza.

Nesse caso, o arquétipo não mostrou que me sinto protegido, pelo contrário, as imagens oníricas me mostraram o quanto estou sentido desprotegido e desamparado. No contexto da psicologia analítica, o desamparo pode ser entendido como uma experiência ligada à ausência ou à perda do arquétipo da Grande Mãe. Quando uma pessoa sente desamparada e desprotegida, pode estar vivenciando a falta dessas qualidades maternas, seja por ausência real, seja por dificuldades internas de acessar esse cuidado.

Jung acreditava que integrar o arquétipo da Grande Mãe é fundamental para o desenvolvimento psicológico saudável. Quando há desamparo, pode ser necessário buscar formas de reconstruir esse vínculo interno, seja por meio de terapia, relações afetivas ou atividades que promovam cuidado e acolhimento. Eu preciso reconstruir o vínculo que tenho comigo mesmo, conquanto, como fazê-lo diante dos sentimentos de desamparo e de desproteção?

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