TRANSOU? O PCC FATUROU!
Muitas vezes, nos caixas de supermercados e farmácias, somos
convidados a doar algum valor para instituições de caridade. E, para não sermos
acusados pela própria consciência, acabamos aceitando. Promover o bem-estar
alheio é uma ação altruísta, embora, nesses momentos, não raro o façamos para
garantir um lugar no céu dos bonzinhos.
Apesar das diversas formas de benemerência — como doações, rifas,
caridade, filantropia — nos últimos anos, temos contribuído involuntariamente
com o PCC ao abastecer nossos carros, comprar produtos de certas franquias de
beleza ou até mesmo ao frequentar motéis.
Segundo o jornal O Globo, uma operação contra o PCC revelou novas
frentes de lavagem de dinheiro, incluindo postos de combustíveis, franquias de
cosméticos e motéis. A organização criminosa movimentou R$ 4,5 bilhões.
Quem nunca comprou um perfume do Paraguai que atire a primeira
pedra. Mal imaginávamos que a fragrância de marca poderia alimentar o crime
organizado. Não é segredo que muitos traficantes são donos de postos de
combustíveis. Vai me dizer que sua consciência, caro leitor, não o acusou ao
abastecer com aquele precinho camarada?
Agora, a novidade: saber que cinco minutos de prazer também
alimentam os cofres do PCC. A alegria dos amantes é, ironicamente, a alegria
dos bandidos.
Amor de motel, lucro do cartel.
Transou? O PCC faturou!

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