MALA É FRIA
Li a entrevista que o pastor Silas Malafaia deu à Anna Virginia
Balloussier, da Folha de S. Paulo. Por ser evangélico, não é a primeira vez que
leio uma entrevista do pastor, especialmente devido aos últimos acontecimentos
envolvendo sua pessoa.
Malafaia mantém o mesmo discurso em todas as entrevistas: é sempre
a mesma ladainha – perseguição política e religiosa. Se o Mala resolveu
participar da vida política com um discurso político, como pode acusar suas
perseguições de serem religiosas?
Em outra oportunidade, Silas se comparou a Martin Luther King e
Desmond Tutu. No entanto, esses pastores foram reconhecidos por defenderem uma
causa, e não uma pessoa – Bolsonaro, no caso de Malafaia.
O empresário Silas Malafaia afirmou ter financiado atos
bolsonaristas com o dinheiro de sua editora. É triste saber que a literatura
cristã tem financiado atos que nada têm a ver com livros, com a cultura ou com
algo que agregue valor ao ser humano.
Ao menos, até agora, Mala afirma categoricamente que não será
candidato a nada. Ainda bem! Um maluco a menos em Brasília, apesar de suas
constantes visitas a Bolsonaro.
Fui devoto do Malafaia de bigode. Assistia aos seus programas todos
os sábados. Sua máscara caiu junto com o bigode.
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