Primeiro Amor


“Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.” 
Apocalipse 2.4.

No início da conversão, o fogo ardia nos impulsionando a fazer a obra do Senhor. Uma chama dilatava os nossos corações, fazendo-nos amar as almas. Mas o tempo vai passando... O amor vai se esfriando, como o Senhor Jesus já havia previsto, “... o amor de muitos esfriará. Mateus 24.12; notem que Jesus afirmou que o amor esfriaria, mas não disse que acabaria. O verdadeiro amor pode esfriar, entretanto, ele não acaba.
O amor frio é sinal que precisamos voltar a praticar as primeiras obras (Apocalipse 2.5); para voltarmos a praticar as primeiras obras é necessário um avivamento. O profeta Habacuque ansiou ao ponto de clamar por um avivamento, “Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia.” Habacuque 3.2; os primeiros passos são marcados por um amor ardente, todavia, no meio da caminhada é necessário um avivamento.
Para que haja avivamento é necessário ouvir a Palavra do Senhor, “Ouvi SENHOR, a tua palavra, e temi...” Habacuque 3.2; através da Palavra, Deus nos mostra a necessidade de voltarmos ao primeiro amor, e também, para que isso aconteça, é necessário haver um avivamento (Romanos 10.14; Apocalipse 2.4; Habacuque 3.2). Além de ouvir, é preciso temer; temor é um sentimento de respeito e reverência, ao temer a Palavra, somos levados a praticá-la, e o efeito vem após a prática. Por conseguinte, ouvir+temer+prática=avivamento.
Portanto, o resultado do avivamento é o retorno ao primeiro amor. No estado de origem, praticamos as primeiras obras. O amor deixa de ser frio, e volta a arder como antes. Sem amor não podemos fazer a obra de Deus, sem o amor as almas não são alcançadas. Precisamos reaprender a amar. É inútil fazer a obra sem o amor, “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
1 Coríntios 13.1.

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